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A verdadeira elegância não se sustenta sobre a fraude. A base de qualquer vida civilizada é a honradez, onde a palavra dada vale ouro e o trabalho é executado com perfeição moral e técnica.
A ética cristã e a boa educação nascem do amor à Verdade, que é o próprio Deus. Portanto, toda mentira, fraude ou "jeitinho" para contornar a lei é uma ofensa direta ao Criador e uma violação da ordem social.
O trabalho e as relações comerciais não são apenas meios de lucro, mas ocasiões de santificação e serviço. O cristão sabe que "Deus tudo vê"; assim, a honestidade não depende da vigilância humana, mas da consciência da presença divina. O princípio de "fazer o bem e muito bem feito" reflete o dever de devolver a Deus os talentos multiplicados, sem jamais construir o sucesso pessoal sobre a desgraça ou a exploração do irmão.
A conduta ética exige uma alma habitada pela Justiça e pela Fortaleza:
Unidade de Vida (Integridade): Não deve haver duplicidade no caráter. O que é correto em público deve ser correto no privado. A pessoa educada rejeita a hipocrisia; ela é a mesma na igreja, no escritório e na intimidade do lar.
Justiça Comutativa: A vontade firme de dar a cada um o que é seu. Isso implica pagar o que se deve e cumprir o que se promete.
Studiositas: A virtude que nos leva a buscar a competência necessária para o nosso estado. A preguiça mental ou o comodismo profissional são falhas morais graves.
Prudência: A sabedoria de reconhecer os próprios limites e escolher retamente os compromissos e as companhias.
A técnica da ética se manifesta na recusa absoluta de qualquer torpeza, seja em jamais cometer grandes crimes ou nos "pequenos delitos" do cotidiano aceitos pela cultura popular.
Competência como Dever: Nunca se candidatar a cargos ou tarefas para os quais não se tem preparo. Fingir saber o que não se sabe é desonestidade intelectual e falta de caráter.
Atualização Constante: O comodismo é uma negligência. Manter-se atualizado é uma obrigação ética para servir bem.
Responsabilidade na Escolha: Ser prudente ao assumir compromissos. É mais educado recusar uma responsabilidade que não se pode cumprir do que aceitá-la e falhar. Deve-se evitar ambientes e relacionamentos que, sabidamente, não darão bons frutos.
Proteção ao Vulnerável: A regra de ouro da nobreza de caráter é jamais tirar vantagem de ninguém e muito menos da parte mais fraca. Aproveitar-se da ignorância, inexperiência ou necessidade alheia (seja de um cliente ou de um amigo) é um ato de vileza.
Preço e Valor: Praticar preços justos e não explorar. O sucesso não pode ser construído sobre o prejuízo alheio.
Fidelidade à Palavra: A palavra dada deve ter o peso de uma escritura. Prazos devem ser cumpridos, confidências mantidas e dívidas pagas (bancos, lojas ou pessoas) no valor e data corretos. A confiança é o maior patrimônio social de uma pessoa.
3.3. Boas Maneiras em Relação ao Evento/Ambiente (Legalidade e Coisa Pública)
Respeito à Lei: A pessoa educada não recorre a artimanhas para driblar a lei. Ela se afasta da corrupção, do suborno e da prevaricação.
Honestidade nos Detalhes: O princípio se estende ao pequeno. Levar o lápis da empresa para casa, usar recursos do trabalho para fins pessoais ou furar filas são atos que comprometem a integridade.
Não "se encostar": Viver dentro dos próprios meios e não abusar da generosidade alheia ou do sistema. A postura de "sangue-suga" é incompatível com a dignidade humana.
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